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Houve os golos incríveis, a palmada no árbitro, o pénalti famoso, a recusa ao mundial de ’78, as rotações mirabolantes, a promoção de uma selecção ao topo do mundo. Houve tudo, até fazer o Feyenoord campeão holandês.

Mas é assim que eu me lembro dele: a cabeça alta a ler o jogo, a desenhar a jogada fulminante que permanecia em segredo até a bola sacudir as redes.

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