Self-fulfilling prophecy

Era preciso mostrar às autoridades que estavam a perder a paciência. Executar um passageiro e atirar o corpo para fora do avião. O zarolho relanceou o olho por aquele mar de nucas que se estendia da cauda ao cockpit e hesitou. Qual delas, porquê? Pegou na faca e deslizou sem ruído até às rastas sentadas no 13D, depois de sussurrar a explicação à hospedeira amordaçada: “toda a gente sabe que o 13 dá azar”.

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